domingo, 3 de outubro de 2010

Um momento, um ato, uma visão.

A imprensa balbucia notícias a todo momento.Circunstância do pleito para escolha das nossas Excelências, que se incumbirão de fazer valer a Ordem e o Progresso para nosso país.

Até mesmo porque a nossa democracia tem se mostrado representativa, contudo são poucos os momentos de participação popular. Para não dizer de um dos únicos momentos que é da hora do voto.

A mídia tem força e altera o leme da democracia em algumas circuntâncias hoje um pouco regionalizadas, a mídia tem interesses e, muitos ordenados para uma classe já bastante conhecida, porque se trata da velha guarda da política brasileira, daqueles que sempre foram atores dos rumos do nosso país.

Resolviam os problemas dos grandes investidores, dos granades empresários, dos bancos, fato que ainda hoje ocorre, mas há sinais de um mais amplo direcionamento para as camadas mais desguarnecidas. Ainda estamos a caminho de um mundo melhor, estamos flertando um mundo justo, plural, igual e mais fraterno.

Pensar na fome, na pobreza, na diminuição da desigualdade social, da moradia, do direito à terra, era visto como uma fatalidade natural e que não poderia ser resolvida com políticas públicas afirmativas e emergenciais. Agora estamos conseguindo aos poucos imprimir uma nova conotação a esses problemas de país emergente e em desenvolvimento.

Chegou o momento que a grande classe excluída e marginalizada sempre a beira e a eira, resolveram atuar. Juntos querem dar uma nova cara ao país que outrora os viam como um peso na balança econômica para o progresso.

Foi pensando de uma forma mais democrática que resolveram junatar forças para serem participantes do poder, este mesmo que os oprimiam.

Quando a classe trabalhadora bota a boca no trombone a burguesia se inflama e estremece buscando se blindar porque os interesses da maioria operária e de massa não condiz com os privilégios que buscam até esmurecer as forças proletarias.

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