Encontro com Marcelo Barros: meditação bíblica, sábado, 29 de junho 2013: No Brasil, as comunidades católicas passam para esse domingo, a festa litúrgica de São Pedro e São Paulo, que em outros países, é celebrada...
Pedro é a kephas, a pedra que se pode cavar para que os pobres se abriguem. Que a Igreja hoje reencontre essa vocação da misericórdia e da inclusão social e política.
domingo, 30 de junho de 2013
Encontro com Marcelo Barros: Conversa, sexta feira, 28 de junho 2013
Encontro com Marcelo Barros: Conversa, sexta feira, 28 de junho 2013: Véspera da festa de São Pedro para o povo. No nordeste, muita fogueira e quadrilha, fogos e brincadeiras, quase como São João. Em muitos lu...
É importante que ela desça de seu trono e reconheça que seu mandato foi dado por nós, brasileiros, para nos representar e não para fazer o que quiser, em nosso nome e governar em benefício dos de sempre. O problema é não sairmos disso para uma situação mais à direita ainda. ( Sobre a presidente Dilma)
É importante que ela desça de seu trono e reconheça que seu mandato foi dado por nós, brasileiros, para nos representar e não para fazer o que quiser, em nosso nome e governar em benefício dos de sempre. O problema é não sairmos disso para uma situação mais à direita ainda. ( Sobre a presidente Dilma)
sábado, 29 de junho de 2013
PE. ZEZINHO- MANIFESTO
Por favor, silêncio! O profeta vai cantar. O drama da humanidade é o medo que muitos tem da verdade. Pe. Zezinho com muita sabedoria, está sempre fazendo uma leitura popular para anunciar e denunciar as injustiças e o que tem de errado neste mundo. Não se cala, não se vende. Cumpre seu papel como padre como só ele sabe exercer. Ser leitor ou ouvinte das canções de Pe. Zezinho não é estar fora de moda, ultrapassado, mas sim se fazer presente pensando sempre num futuro melhor e possível. A porta é a verdade que ele bem sabe interpretar à luz do Evangelho de Jesus Cristo. Cresci gostando do seu jeito singular e morrerei seguindo meu mestre Zezinho.
¿Qué quiere Dios de mí? - Hermana Glenda
Navegando na internet sempre em busca de algo edificante, Deus então me apresenta esse vídeo. Que é perfeito para meu entendimento vocacional. Tem duas Irmãs que gosto muito de ouvir, tanto pela voz, melodia, quanto pelas letras de suas canções. Uma é Ir. Kelly Patricia ( brasileira ) e a outra Ir. Glenda ( latina ) ambas surpreendentes.
Nesse vídeo a Ir. Glenda fala de seu chamado e do caminho para seu sim ao seguimento de Cristo Jesus.
Primeiro vieram as dúvidas, depois os desejos, em seguida os medos e por último a fé.
Todas essas questões estão no meu cenário interior e espiritual. Quem sabe Deus me seduza de um jeito que não dê mais para voltar atrás. Amar a Deus sobre todas as coisas.
Nesse vídeo a Ir. Glenda fala de seu chamado e do caminho para seu sim ao seguimento de Cristo Jesus.
Primeiro vieram as dúvidas, depois os desejos, em seguida os medos e por último a fé.
Todas essas questões estão no meu cenário interior e espiritual. Quem sabe Deus me seduza de um jeito que não dê mais para voltar atrás. Amar a Deus sobre todas as coisas.
Ven, Señor Jesús [Hermana Glenda]
Deus, meu Senhor e meu Deus. Preciso de Ti. Minha alma corrompida se encontra e só Tu tens o caminho, pois é a verdade e a vida. Sentir tua falta é sentir vontade de mergulhar na tua fonte. Teu amor é meu sol. Caminho, caminho, onde encontro tuas pegadas me sinto mais firme e convicto de que estou no lugar certo. Eu Te abandono, mas Tu vem ao meu encontro na medida certa e no momento exato. Vem, Senhor Jesus...porque sem Ti não sou nada...!!
quarta-feira, 26 de junho de 2013
47 anos. O ''Pacto das Catacumbas'' para uma Igreja serva e pobre
47 anos. O ''Pacto das Catacumbas'' para uma Igreja serva e pobre
Os signatários – entre eles muitos brasileiros e latino-americanos, embora muitos outros aderiram ao pacto mais tarde – se comprometiam a viver em pobreza, a renunciar a todos os símbolos ou privilégios do poder e a pôr os pobres no centro do seu ministério pastoral. O texto teve uma forte influência sobre a Teologia da Libertação, que surgiria nos anos seguintes.
Os signatários – entre eles muitos brasileiros e latino-americanos, embora muitos outros aderiram ao pacto mais tarde – se comprometiam a viver em pobreza, a renunciar a todos os símbolos ou privilégios do poder e a pôr os pobres no centro do seu ministério pastoral. O texto teve uma forte influência sobre a Teologia da Libertação, que surgiria nos anos seguintes.
Líder indígena sul-americano é recebido pelo Papa Francisco
Líder indígena sul-americano é recebido pelo Papa Francisco
. “O problema não é só na Argentina, mas na América Latina e em outros continentes. Os interesses empresariais arrasam os direitos dos povos com a cumplicidade de alguns governos. Os povos originários estão de pé, defendendo seus direitos em toda a América e inclusive ganharam processos contra multinacionais, como é o caso da Texaco-Chevron no Equador”.
[...]
“Na Argentina, não se respeita os direitos dos povos originários. Somos perseguidos por reclamá-los e considerados opositores. Nós queremos que nos tratem como seres humanos que pertencem à nossa terra e não queremos que a roubem de nós”.
. “O problema não é só na Argentina, mas na América Latina e em outros continentes. Os interesses empresariais arrasam os direitos dos povos com a cumplicidade de alguns governos. Os povos originários estão de pé, defendendo seus direitos em toda a América e inclusive ganharam processos contra multinacionais, como é o caso da Texaco-Chevron no Equador”.
[...]
“Na Argentina, não se respeita os direitos dos povos originários. Somos perseguidos por reclamá-los e considerados opositores. Nós queremos que nos tratem como seres humanos que pertencem à nossa terra e não queremos que a roubem de nós”.
http://www.ihu.unisinos.br/noticias/521385-qa-luta-de-classes-esta-nas-ruasq-diz-joao-pedro-stedile
http://www.ihu.unisinos.br/noticias/521385-qa-luta-de-classes-esta-nas-ruasq-diz-joao-pedro-stedile
E que perspectivas essas mobilizações podem levar para o país nos próximos meses?
Tudo ainda é uma incógnita, porque os jovens e as massas estão em disputa. Por isso que as forças populares e os partidos de esquerda precisam colocar todas suas energias, para ir para a rua. Manifestar-se, colocar as bandeiras de luta de reformas que interessam ao povo. Porque a direita vai fazer a mesma coisa e colocar as suas bandeiras conservadoras, atrasadas, de criminalização e estigmatização das ideias de mudanças sociais. Estamos em plena batalha ideológica, que ninguém sabe ainda qual será o resultado. Em cada cidade, em cada manifestação, precisamos disputar corações e mentes. E quem ficar de fora, ficará de fora da historia.
E que perspectivas essas mobilizações podem levar para o país nos próximos meses?
Tudo ainda é uma incógnita, porque os jovens e as massas estão em disputa. Por isso que as forças populares e os partidos de esquerda precisam colocar todas suas energias, para ir para a rua. Manifestar-se, colocar as bandeiras de luta de reformas que interessam ao povo. Porque a direita vai fazer a mesma coisa e colocar as suas bandeiras conservadoras, atrasadas, de criminalização e estigmatização das ideias de mudanças sociais. Estamos em plena batalha ideológica, que ninguém sabe ainda qual será o resultado. Em cada cidade, em cada manifestação, precisamos disputar corações e mentes. E quem ficar de fora, ficará de fora da historia.
"O governo Dilma não é do PT”, diz João Pedro Stédile
"O governo Dilma não é do PT”, diz João Pedro Stédile
O capitalismo já está em crise porque transforma tudo em mercadoria e só valoriza o que dá lucro. Mas no meio da sociedade, ele vai projetando problemas específicos como este que surgiu. Acho que a manifestação atinge os governos também porque estamos vivendo uma crise política de representação.
O capitalismo já está em crise porque transforma tudo em mercadoria e só valoriza o que dá lucro. Mas no meio da sociedade, ele vai projetando problemas específicos como este que surgiu. Acho que a manifestação atinge os governos também porque estamos vivendo uma crise política de representação.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Revista Missões
Revista Missões
Trecho de artigo de Egon Heck e Laila no site da Revista Missões sobre o tratamento cruel e nefasto dado aos indígenas. Direitos violados, gritos silenciados, autoridades do Poder Público mal ntencionadas e uma situação deprimente sobre o presente e o futuro dos primeiros habitantes.
Em muito tem se comparado o governo "democrático" da atual presidenta com o período da ditadura militar, principalmente na forma como ela vem tratando com os povos indígenas. Repressões absurdas, causando mortes das lideranças, falta de diálogo e por último podemos dizer que ela recore aos métodos do ex-presidente general João Batista Figueiredo, quando busca retardar de qualquer forma o processo de demarcação, atribuindo à Embrapa e a outros órgãos o poder de contestar demarcações.
E ai está, mais uma vez formado o famigerado "grupão", com o mesmo método usado pelo general Danilo Venturini ex-ministro extraordinário para Assuntos Fundiários do governo Figueiredo no período da ditadura militar. O que tem de novo no governo "democrático" da presidenta Dilma que não tenha sido padrão, metodológico daquela época?
Trecho de artigo de Egon Heck e Laila no site da Revista Missões sobre o tratamento cruel e nefasto dado aos indígenas. Direitos violados, gritos silenciados, autoridades do Poder Público mal ntencionadas e uma situação deprimente sobre o presente e o futuro dos primeiros habitantes.
Em muito tem se comparado o governo "democrático" da atual presidenta com o período da ditadura militar, principalmente na forma como ela vem tratando com os povos indígenas. Repressões absurdas, causando mortes das lideranças, falta de diálogo e por último podemos dizer que ela recore aos métodos do ex-presidente general João Batista Figueiredo, quando busca retardar de qualquer forma o processo de demarcação, atribuindo à Embrapa e a outros órgãos o poder de contestar demarcações.
E ai está, mais uma vez formado o famigerado "grupão", com o mesmo método usado pelo general Danilo Venturini ex-ministro extraordinário para Assuntos Fundiários do governo Figueiredo no período da ditadura militar. O que tem de novo no governo "democrático" da presidenta Dilma que não tenha sido padrão, metodológico daquela época?
Revista Missões
Revista Missões
Trecho de um artigo publicado na Revista Missões escrito por Joaquim Francisco.
A guerra na Síria, seus atores, suas causas e suas consequências.
Tendo os EUA como um dos mais cruéis terroristas naqueles países que não praticam suas cartilha.
Bush se posicionou como o anjo da guarda da humanidade contra todo o tipo de terrorismo. A partir do momento que ficou comprovado que não havia de fato armas químicas, os responsáveis pela invasão deveriam ser levados ao tribunal internacional para responder perante a humanidade pelo crime de pura invasão com a finalidade implícita de controlar grandes fontes de energia, importantes para controlar os preços de mercado e dar estabilidade e supremacia mundial aos USA.
Trecho de um artigo publicado na Revista Missões escrito por Joaquim Francisco.
A guerra na Síria, seus atores, suas causas e suas consequências.
Tendo os EUA como um dos mais cruéis terroristas naqueles países que não praticam suas cartilha.
Bush se posicionou como o anjo da guarda da humanidade contra todo o tipo de terrorismo. A partir do momento que ficou comprovado que não havia de fato armas químicas, os responsáveis pela invasão deveriam ser levados ao tribunal internacional para responder perante a humanidade pelo crime de pura invasão com a finalidade implícita de controlar grandes fontes de energia, importantes para controlar os preços de mercado e dar estabilidade e supremacia mundial aos USA.
Nos ensaios da antologia, os dois autores-amigos se complementam reciprocamente. Segundo Müller, os méritos da Teologia da Libertação vão além do âmbito do catolicismo latino-americano. O Prefeito indica que a Teologia da Libertação expressou no contexto real da América Latina das últimas décadas a orientação para Jesus Cristo redentor e libertador, que marca qualquer teologia autenticamente cristã, justamente a partir da insistente predileção evangélica pelos pobres. "Nesse continente”, reconhece Müller, "a pobreza oprime as crianças, os anciãos e os enfermos”, e induz a muitos a "considerar a morte como uma escapatória”. Desde suas primeiras manifestações, a Teologia da Libertação "Obrigava” as teologias de outras partes a não criar abstrações sobre as condições reais da vida dos povos ou dos indivíduos. E reconhecia nos pobres "a própria carne de Cristo”, como agora repete o Papa Francisco.
[...]
certas "cruzadas” contra a Teologia da Libertação: "Com o sentimento triunfalista de um capitalismo, que provavelmente se considerava definitivamente vitorioso, mesclou-se também a satisfação de, dessa maneira, ter cancelado qualquer fundamento ou justificação da Teologia da Libertação. Acreditava-se que, com ela, o jogo era muito simples; classificando-a no mesmo contexto da violência revolucionária e do terrorismo dos grupos marxistas”. Müller também cita o documento secreto, preparado para o presidente Reagan pelo Comitê da Santa Sé, em 1980 (ou seja, quatro anos antes da primeira Instrução vaticana sobre a Teologia da Libertação), no qual se solicitava ao governo dos Estados Unidos que atuasse com agressividade contra a "Teologia da Libertação”, culpada de ter transformado a Igreja Católica em "arma política contra a propriedade privada e o sistema de produção capitalista”. "É desconcertante nesse documento a desfaçatez com que seus redatores, responsáveis por ditaduras militares brutais e por poderosas oligarquias, fazem de seus interesses pela propriedade privada e pelo sistema produtivo capitalista o parâmetro do que deve valer como critério cristão”.
(Trecho do artigo " Roma e a Teologia da Libertação": fim da guerra, escrito por Gianne Valente no site www.adital.com.br)
[...]
certas "cruzadas” contra a Teologia da Libertação: "Com o sentimento triunfalista de um capitalismo, que provavelmente se considerava definitivamente vitorioso, mesclou-se também a satisfação de, dessa maneira, ter cancelado qualquer fundamento ou justificação da Teologia da Libertação. Acreditava-se que, com ela, o jogo era muito simples; classificando-a no mesmo contexto da violência revolucionária e do terrorismo dos grupos marxistas”. Müller também cita o documento secreto, preparado para o presidente Reagan pelo Comitê da Santa Sé, em 1980 (ou seja, quatro anos antes da primeira Instrução vaticana sobre a Teologia da Libertação), no qual se solicitava ao governo dos Estados Unidos que atuasse com agressividade contra a "Teologia da Libertação”, culpada de ter transformado a Igreja Católica em "arma política contra a propriedade privada e o sistema de produção capitalista”. "É desconcertante nesse documento a desfaçatez com que seus redatores, responsáveis por ditaduras militares brutais e por poderosas oligarquias, fazem de seus interesses pela propriedade privada e pelo sistema produtivo capitalista o parâmetro do que deve valer como critério cristão”.
(Trecho do artigo " Roma e a Teologia da Libertação": fim da guerra, escrito por Gianne Valente no site www.adital.com.br)
Sem dúvida, um ato social e de conteúdo político reunindo milhares de pessoas tem de ser levado a sério. Indica que as formas atuais de fazer política merecem uma séria revisão. É direito da sociedade expressar sua insatisfação e exigir correção de rota em tudo o que diz respeito ao interesse coletivo. Os políticos e seus partidos podem representar uma parte da sociedade. Os governantes recebem um mandato para dirigir o país, mas devem sempre prestar contas à sociedade que os elegeu. Representar os eleitores não significa substituí-los, ou ignorar e menosprezar o sentimento popular. Essas manifestações de massa expressam uma insatisfação que vem se aprofundando em amplos setores da população em relação aos três poderes que nos governam.
( Trecho do artigo " Por trás das manifestações de massa" escrito por Marcelo Barros publicado no site www.adital.com.br)
( Trecho do artigo " Por trás das manifestações de massa" escrito por Marcelo Barros publicado no site www.adital.com.br)
Escreveu-me um amigo que elaborou uma das interpretações do Brasil mais originais e consistentes, o Brasil como grande feitoria e empresa do Capital Mundial, Luiz Gonzaga de Souza Lima. Permito-me citá-lo: "Acho que o povo esbarrou nos limites da formação social empresarial, nos limites da organização social para os negócios. Esbarrou nos limites da Empresa Brasil. E os ultrapassou. Quer ser sociedade, quer outras prioridades sociais, quer outra forma de ser Brasil, quer uma sociedade de humanos, coisa diversa da sociedade dos negócios. É a Refundação em movimento".
Creio que este autor captou o sentido profundo e, para muitos, ainda escondido das atuais manifestações multitudinárias que estão ocorrendo no Brasil.
( Trecho do artigo "O momento atual vivido no Brasil" escrito por Leonardo Boff no site www.adital.com.br)
Creio que este autor captou o sentido profundo e, para muitos, ainda escondido das atuais manifestações multitudinárias que estão ocorrendo no Brasil.
( Trecho do artigo "O momento atual vivido no Brasil" escrito por Leonardo Boff no site www.adital.com.br)
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Gonzaguinha - Nunca Pare de Sonhar
Um verdadeiro testemunho de esperança mesmo com tantas contrariedades e contradições. Não deixou de ter fé no ser humano como mudança para um mundo novo possível.
Esse é Gonzaguinha de ardentes letras musicadas do fundo da sua alma que transbordava de dor e angústia, de liberdade e rebeldia entoando o seu tempo com sabedoria profética.
Gonzaguinha - Um Homem Também Chora (Guerreiro Menino)
Relata o momento atual da minha vida... não é a música estou sangrando, nem grito de alerta, mas U homem também chora( Guerreiro Menino).
Interferência 030 - Juca Kfouri
Um cara que tem espaço diariamente num dos mais visitados sites do país e cede para um pensador social publicar sua crítica no espaço que era destinado ao futebol sabe muito bem o teor da liberdade e da democracia.
Agora escute e veja o que ele diz sobre a Copa, sobre jogador e técnico de futebol que muitos chamam de professores, como esses ganhassem o salário de um técnico. Barbaridade!!
O Brasil faz festa da Copa porque é induzido pelos mercadores a tal, e não porque o Brasil seja o país do Futebol, Argentina sim, Inglaterra sim e Itália.
A melhor jogada no nosso país chama-se corrupção, essa é que emplaca a cada partida de negociação de qualquer obra pública no Brasil.
E viva o golllll da corrupção!!
Agora escute e veja o que ele diz sobre a Copa, sobre jogador e técnico de futebol que muitos chamam de professores, como esses ganhassem o salário de um técnico. Barbaridade!!
O Brasil faz festa da Copa porque é induzido pelos mercadores a tal, e não porque o Brasil seja o país do Futebol, Argentina sim, Inglaterra sim e Itália.
A melhor jogada no nosso país chama-se corrupção, essa é que emplaca a cada partida de negociação de qualquer obra pública no Brasil.
E viva o golllll da corrupção!!
sábado, 22 de junho de 2013
Ruralistas conseguem adiar votação da PEC do Trabalho Escravo
Ruralistas conseguem adiar votação da PEC do Trabalho Escravo
No campo, a maior incidência de trabalho escravo contemporâneo está na criação de bovinos, produção de carvão vegetal para siderurgia, produção de pinus, cana-de-açúcar, erva-mate, café, frutas, algodão, grãos, cebola, batata, na extração de recursos minerais e na extração de madeira nativa e látex. Nas cidades, a incidência é maior em oficinas de costura, no comércio, hotéis, bordéis e em serviços domésticos. No campo e na cidade, pipocam casos na construção civil.
No campo, a maior incidência de trabalho escravo contemporâneo está na criação de bovinos, produção de carvão vegetal para siderurgia, produção de pinus, cana-de-açúcar, erva-mate, café, frutas, algodão, grãos, cebola, batata, na extração de recursos minerais e na extração de madeira nativa e látex. Nas cidades, a incidência é maior em oficinas de costura, no comércio, hotéis, bordéis e em serviços domésticos. No campo e na cidade, pipocam casos na construção civil.
Encontro com Marcelo Barros: Meditação bíblica para o domingo 23 de junho 2013
Encontro com Marcelo Barros: Meditação bíblica para o domingo 23 de junho 2013: Nesse domingo, o texto do evangelho lido nas comunidades (Lc 9, 18- 24) mostra Jesus fazendo com os discípulos uma avaliação e a primeira q...
Essa pergunta ressoa até hoje e exige de cada um/uma de nós, cristãos, uma resposta: "Para você quem é Jesus ou mais ainda o que ele significa em sua vida?".
Essa pergunta ressoa até hoje e exige de cada um/uma de nós, cristãos, uma resposta: "Para você quem é Jesus ou mais ainda o que ele significa em sua vida?".
"O Cinema Novo sou eu"
Na continuidade do vídeo mostra um pouco para nós quem era Glauber Rocha. Quem eram os seus inimigos. Quem detinha o poder de simular a verdade com suas letais mentiras. Viva Glauber Rocha!!
Glauber Rocha Severino e Super-Homem no Programa Abertura da TV Tupi
Eu gosto de gente como Glauber Rocha, de uma família de evangélicos protestantes, empunhou essa qualidade como temática frequente nos seus trabalhos. Sua missão era mostrar o Brasil verdadeiro, sem máscaras e contra atacar o imperialismo cinematográfico dos EUA com seus filmes fantasiosos e cheios de porcaria criando um mundo fictício.
Glauber Rocha, baiano, morreu cedo, mas deixou sua marca estampada na história das artes, da política e das ciências humanas do nosso Brasil.
Entrelinhas - Cinema e literatura
Nunca fui assíduo frequentador na seara desses dois gêneros artísticos. Mas gosto dos comentários dos críticos. Tanto o cinema quanto a literatura tiveram seu ápice em tempos atrás. Traziam robustas temáticas de cunho político com muita ironia e criticidade. Aprofundavam suas matéria-prima no centro dos acontecimento das realidades do nosso Brasil. Eram artistas independentes, eram livres da imposição do mercado. Essa época passou e ficaram poucos dentre muitos que se aventuram na literatura e cinema de forma à tratar suas obras com um tempero de função social artística.
PELAS TABELAS - Yamandu Costa & Hamilton de Holanda
Na procura pela batida perfeita, encontrei numa dessas buscas e loucuras pelo novo, pelo belo, pelo poético à pessoa de Yamandu.
Lembro que baixei várias músicas tocadas por ele nesse violão magistral e entoado por ele de forma tão mágica e encantadora.
Gravava sempre umas coletâneas e tinha que ter o Yamandu, era propicio para os amigos de trabalho perguntarem, nossa quem é esse? Eu dizia: é um gaúcho bom de música. Todos admirados.
E hoje descubro através do Yamandu, o Hamilton de Holanda, músico bem brasileiro, risos.
Preciso do encontro com a musicalidade dos artistas desconhecidos, mas muito bons e muito distante dos holofotes da grande mídia banalizada por sons chulos.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Encontro com Marcelo Barros: Conversa, quinta feira, 20 de junho 2013
Encontro com Marcelo Barros: Conversa, quinta feira, 20 de junho 2013: Hoje, me pediram para escrever sobre os movimentos e manifestações populares que cobrem o Brasil inteiro. De repente, todas as capitais e c...
Opinião de Critovam Buarque sobre vandalismo
O senador Buarque dentro da sua experiência, sabedoria e pela sua leitura correta de entendimento dos acontecimentos, quase sempre é feliz e tem apoio pelas suas colocações, suas intervenções e propostas de mudança diante quadros caóticos aos quais vivenciamos aqui no Brasil especificamente e de modo geral no mundo.
Sempre gosto de escutar e vê-lo discursar na tribuna do senado porque transmite coerentemente o presente e anseia de forma justa um futuro mais equânime para o bem da cidadania dos brasileiros.
E nesta intervenção no senado mostra para os seus pares políticos quem são os verdadeiros vândalos que quebram a nossa Pátria e nos humilham legislando ao nosso desfavor.
É uma pena que a sociedade ainda está anestesiada e cômoda com os disparates de nossos governantes e autoridades.
Os brasileiros apenas estão demonstrando que seu estado de sonolência se esvai, mas talvez quando acorde seja tarde demais. Contudo não podemos perder a esperança porque existe um Criador que realiza o impossível.
Há luta pela vida?
Diariamente.
Seja pela moradia, seja pela saúde, seja pelo alimento, seja pela liberdade...etc.
Jesus não sei dizer se citou essa palavra LUTA.
Mas é certo que Ele lutou, e por lutar, sofreu, foi humilhado, perseguido, chamado de louco, de falsário, de subversivo, até o momento que deu sua própria vida em prol de uma luta, a luta pelo Reino de Deus.
Foi um mártir, um exemplo, um guerreiro, um homem de verdade.
Aqui no Brasil não é diferente, hoje no nosso tempo.
Os índios lutam até hoje para manter-se vivos, para assegurarem suas terras, seu habitat, e lutam não só pela vida, mas pela natureza que prescinde toda a sobrevivência deles. São com uns outros poucos os guardiões da floresta.
Os negros arrancados de sua terra mãe, sem choro e nem vela, sem dó e nem piedade. Crianças separadas de seus pais, mulheres separadas de seus maridos e vice e versa. Tiraram tanto do índio quanto do negro todo e qualquer véu de humanidade. Mas lutam até hoje por seus direitos e por sua existência.
É típico do homem branco, será, mercantilizar os seus e os demais para tirarem proveito da situação diante de uma esperteza, ganância e brutalidade contra os mais puros de coração e os que vivem em harmonia com o cosmo?
Não, não estamos à venda.
Contudo nos empurram para um sistema de perversidade, em que se cruzam homem e capital, direitos e lucros.
Nem todos tem meios para à luta, não sabem criar mecanismos de proteção, de defesa. São doadores universais e nunca receptores.
Se fazes assim com um dos meus pequeninos é a mim também que vos me machucam.
Chega um momento que o mais pacífico, se rebela, suplica, clama, grita, berra e canta seus males.
O homem deve então, defender-se de si mesmo, ou melhor do seu próprio irmão, do seu semelhante que abandonou o paraíso e infernizam a vida dos que temem à Deus.
Por favor deixem-nos em paz, sejam justos e nos tratem com igualdade, pois somos semelhantes.
À luta iremos porque foi preciso unirmos forças para mostrarmos as nossas insatisfações e desalentos.
Ainda é tempo de vivermos o Amor fraterno conjugando-o com o próximo.
O grito de dor é o mesmo e hoje no mundo globalizado se houve mesmo distante.
Lutar é unir-se para pensar e se projetar para um amanhã com flores mesmo que tenhamos espinhos.
Taizé - Nada te turbe
Com Deus encontro refúgio.
Com Deus encontro alento.
Com Deus sou mais humano.
Com Deus me liberto.
Com Deus eu sou assim como Ele.
Com Deus encontro alento.
Com Deus sou mais humano.
Com Deus me liberto.
Com Deus eu sou assim como Ele.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
M.P.B. (lista de reprodução)
Escutar o som do bandolim é se encantar com uma arte em notas musicais.
É escrever na história o sublime gosto da alma pelo bem viver.
É escrever na história o sublime gosto da alma pelo bem viver.
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