Nas minhas noites de insônia,
São raros e vagos os pensamentos.
Meus companheiros são o papel e a caneta.
Às vezes saem algumas rimas,
alguma dor que me sufoca e
alguma alegria
que talvez não seja nem vivida, mas
brota no imaginário do surreal.
As noites são assim,
profanas, inquietas e
destiladas de amor.
Queria eu ter o sono dos pássaros
que já começam o dia à cantar,
não conheço as melodias,
nem mesmo as cantorias,
se são contos ou prosas,
o que eu sei é a alegria que enche seus pulmões
para cantarem a harmonia
da divina Criação.
Chega um vem o outro e mais uns outros,
Logo vira aquela fuzaca que até parece
Música de luiz Gonzaga rei do baião.
É bem-ti-vi, azulão, canário da terra e assunhaço,
Sofreu e assum preto e até um tal de cancão,
Pois são esses os trovadores desse meu sertão.
sábado, 29 de agosto de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Cabra marcado
Sou filho de nordeste
quando me aperreio
viro uma peste.
Não tem leiloeiro
que arremate esse
meu eu lumbuzeiro.
Acredito no inacreditável,
sou louco pelo perdido,
faço feira de estrelas cadentes
aonde coleciono todas como
ímas de geladeira.
Transeunte na corda bamba.
Palhaço no picadeiro.
Malabarista no sinaleiro.
Sou farol o tempo inteiro
de navios naufragantes
que dão nova roupagem
ao fundo do mar.
Me sinto nu dia a dia.
Seja em casa, na rua ou
cativeiro.
Minha liberdade já não peço de joelhos,
pois feridos já não estão,
porque a combustão do mundo
é toda na contra- mão.
Acene e dê a mão,
veja quantos param,
te interrogam,
e lhes dão atenção.
quando me aperreio
viro uma peste.
Não tem leiloeiro
que arremate esse
meu eu lumbuzeiro.
Acredito no inacreditável,
sou louco pelo perdido,
faço feira de estrelas cadentes
aonde coleciono todas como
ímas de geladeira.
Transeunte na corda bamba.
Palhaço no picadeiro.
Malabarista no sinaleiro.
Sou farol o tempo inteiro
de navios naufragantes
que dão nova roupagem
ao fundo do mar.
Me sinto nu dia a dia.
Seja em casa, na rua ou
cativeiro.
Minha liberdade já não peço de joelhos,
pois feridos já não estão,
porque a combustão do mundo
é toda na contra- mão.
Acene e dê a mão,
veja quantos param,
te interrogam,
e lhes dão atenção.
Brava é a selva
Os livros para os escritores,
Os escritos para os leitores.
A noite para as prostitutas,
os boemios e os catadores.
A lua para os amantes,
aos versos dos trvadores.
A manhã para o trabalho,
dos trabalhadores, e o canto
para os cantadores.
O caminho para os andarilhos,
e as paisagens para os pintores.
A liberdade para os libertários,
e a vida livre para os libertadores.
Brava é a selva,
mas a cidade é o que é,
graça aos desbravadores.
Dessa vida somos feras feridas.
E o que nos restam são os impostos,
que no fim, vai tudo para os impostores.
Os escritos para os leitores.
A noite para as prostitutas,
os boemios e os catadores.
A lua para os amantes,
aos versos dos trvadores.
A manhã para o trabalho,
dos trabalhadores, e o canto
para os cantadores.
O caminho para os andarilhos,
e as paisagens para os pintores.
A liberdade para os libertários,
e a vida livre para os libertadores.
Brava é a selva,
mas a cidade é o que é,
graça aos desbravadores.
Dessa vida somos feras feridas.
E o que nos restam são os impostos,
que no fim, vai tudo para os impostores.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Ver de olhos & Ser de alma
Mundo
Raça, índio
Gira mundo
Status
Social é classe
Poder
Ler, consumo
Ver, ouvir, sentir
É Ser.
Raça, índio
Gira mundo
Status
Social é classe
Poder
Ler, consumo
Ver, ouvir, sentir
É Ser.
Retrato Imaginário
Em pedaços,
Me vejo em trapos,
Como em retalhos de fotografias.
Sò o silêncio da noite para me recompor.
O vazio insiste em produzir-me,
Mas prefiro meus retalhos de fotografias.
A cada dia um retalho,
Um vazio e o silêncio para me recompor.
É preciso os dias acontecerem,
Para debruçar-me em paisagens infinitas,
Que vistas sobre lentes de binóculo,
Não se fazem imagens concretas.
Há apenas a imaginação,
Que no silêncio recorre ao baú,
Dos planetas andarilhos.
Em que há muita estrela pra pouca constelação.
Me vejo em trapos,
Como em retalhos de fotografias.
Sò o silêncio da noite para me recompor.
O vazio insiste em produzir-me,
Mas prefiro meus retalhos de fotografias.
A cada dia um retalho,
Um vazio e o silêncio para me recompor.
É preciso os dias acontecerem,
Para debruçar-me em paisagens infinitas,
Que vistas sobre lentes de binóculo,
Não se fazem imagens concretas.
Há apenas a imaginação,
Que no silêncio recorre ao baú,
Dos planetas andarilhos.
Em que há muita estrela pra pouca constelação.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Viver é morrer
Talvez a vida ainda tenha
algo a mostrar-me;
Talvez não tenha sabido lutar;
Talvez não tenha aceitado viver;
Vida, vida, tão breve vida,
de imensas dores, algumas alegrias.
Reconquistar a vida.
Honrar a vida.
Honrar a vida com vida.
Honrar a vida com morte;
primária
sumária,
ordinária,
nacional,
por cento, vida, estatística
transformando-se
em número mundial.
algo a mostrar-me;
Talvez não tenha sabido lutar;
Talvez não tenha aceitado viver;
Vida, vida, tão breve vida,
de imensas dores, algumas alegrias.
Reconquistar a vida.
Honrar a vida.
Honrar a vida com vida.
Honrar a vida com morte;
primária
sumária,
ordinária,
nacional,
por cento, vida, estatística
transformando-se
em número mundial.
Paisagem Perdida
Sinto a moldura da vida
na minha arte medíocre,
mediana e insensata.
Na paisagem pinto o sete,
mas no final,
sempre chego ao nada.
Uma pintura incolor,
neutralizada,
pelas pinceladas de um
sistema, selvagem e banal.
Hora da venda,
nenhuma compra de valor,
em suma,
paisagem perdida e tinta incolor.
na minha arte medíocre,
mediana e insensata.
Na paisagem pinto o sete,
mas no final,
sempre chego ao nada.
Uma pintura incolor,
neutralizada,
pelas pinceladas de um
sistema, selvagem e banal.
Hora da venda,
nenhuma compra de valor,
em suma,
paisagem perdida e tinta incolor.
Caminhos contrários
Pluma paira
entre altos e baixos
ir do prazer.
Poder pode, fazer,
acontecer.
Sentir o vento,
entre as arestas,
estas, sublimes,
ímas do ser.
È contra o vento
caminhar.
È inventar e estar,
vinil nessa direção.
Ação de olhares, ares,
para os muitos caminhos
em uma só dimensão.
È viver a vida, em um
trem, com vários vagões.
entre altos e baixos
ir do prazer.
Poder pode, fazer,
acontecer.
Sentir o vento,
entre as arestas,
estas, sublimes,
ímas do ser.
È contra o vento
caminhar.
È inventar e estar,
vinil nessa direção.
Ação de olhares, ares,
para os muitos caminhos
em uma só dimensão.
È viver a vida, em um
trem, com vários vagões.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Rapoema
Rap é compromisso
Marília preste atenção.
A vida é uma só,
E não chegamos numa exatidão.
Somos levados pelo impulso,
Ou por um momento profundo.
Em que dizemos sim,
Ou optamos pelo não.
Vou ficando por aqui
Minha batéria está fraca.
O meu sono me chama
Pois amanhã cedinho renasce
um novo dia.
De sol e de lua
Suor e calor.
Marília preste atenção.
A vida é uma só,
E não chegamos numa exatidão.
Somos levados pelo impulso,
Ou por um momento profundo.
Em que dizemos sim,
Ou optamos pelo não.
Vou ficando por aqui
Minha batéria está fraca.
O meu sono me chama
Pois amanhã cedinho renasce
um novo dia.
De sol e de lua
Suor e calor.
Poema amigo
Alô, alô...
Vão passando os passarinhos,
E com eles uma canção.
È bem - ti - vi e azulão.
Suave é a melodia,
Que irradiará seu coração.
As mensagens trazem-te,
Todos em harmonia,
Parece até uma sifonia,
De Bethoveen e Assaré.
Meu amigo,
Estes são meus versos.
Como agora não posso estar,
Lhes escrevi estes refrãos.
Vão passando os passarinhos,
E com eles uma canção.
È bem - ti - vi e azulão.
Suave é a melodia,
Que irradiará seu coração.
As mensagens trazem-te,
Todos em harmonia,
Parece até uma sifonia,
De Bethoveen e Assaré.
Meu amigo,
Estes são meus versos.
Como agora não posso estar,
Lhes escrevi estes refrãos.
Ser sem ser
Armadilhas,
nas esquinas,
nas mesas de negociações,
no banquete do dia.
Dou bom dia,
arma-se uma armadilha.
Leio seu manual de instruções,
mas é mais uma armadilha.
Tento construir
minha própria armadilha.
Para ter uma porta de saída,
sempre aberta.
Não acredito,
dentro de meu próprio ser,
vejo vários caminhos,
repletos de armadilhas.
nas esquinas,
nas mesas de negociações,
no banquete do dia.
Dou bom dia,
arma-se uma armadilha.
Leio seu manual de instruções,
mas é mais uma armadilha.
Tento construir
minha própria armadilha.
Para ter uma porta de saída,
sempre aberta.
Não acredito,
dentro de meu próprio ser,
vejo vários caminhos,
repletos de armadilhas.
Alma
A minha alma,
se corta,
se rasga,
me aperta,
me confunde,
ou será minha mente,
que menti a mente.
Assim, vulcão,
sem larva e sem lágrima.
Na enchente corrosiva de meu ser.
Esse ser que não é meu,
Mas que anda comigo.
Como fosse uma bola de balão,
se enche e esvazia-se.
Difícil é ter vida e viver na morte.
se corta,
se rasga,
me aperta,
me confunde,
ou será minha mente,
que menti a mente.
Assim, vulcão,
sem larva e sem lágrima.
Na enchente corrosiva de meu ser.
Esse ser que não é meu,
Mas que anda comigo.
Como fosse uma bola de balão,
se enche e esvazia-se.
Difícil é ter vida e viver na morte.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Livre Juventude
Aos meus irmãos,
Desejo saúde em excesso,
E prosperidade com harmonia.
Que nossos pés possam reconhecer
Os caminhos do bem.
Que nossos pensamentos
Se ergam pela justiça.
Que nossos corações tenham
Sempre mais alegria.
E que nossas almas se renovem
A cada despedida.
Desejo saúde em excesso,
E prosperidade com harmonia.
Que nossos pés possam reconhecer
Os caminhos do bem.
Que nossos pensamentos
Se ergam pela justiça.
Que nossos corações tenham
Sempre mais alegria.
E que nossas almas se renovem
A cada despedida.
Ame,dos
Eu tenho medo
de acreditar.
Medo do medo
dissimulação
da razão diante
do desejo, sentimento
menti, mente do querer,
poder, fazer e ver
realizar.
Amar, amar é ação
vibração de um verbo
que dizem intransitivo,
intransigente.
Mente, senti
poder realizar.
Medo, amar
adoro amar.
Amar o medo
medo de amar.
Sentimentos são assim,
vibrantes, intransigentes
revolucionários.
Mas não tenha medo
medo do medo
é melhor errar.
Aprender com o medo
é também errar.
Errar é amar
acreditar, fazer
tentar.
O medo é medo
nada mais que medo.
de acreditar.
Medo do medo
dissimulação
da razão diante
do desejo, sentimento
menti, mente do querer,
poder, fazer e ver
realizar.
Amar, amar é ação
vibração de um verbo
que dizem intransitivo,
intransigente.
Mente, senti
poder realizar.
Medo, amar
adoro amar.
Amar o medo
medo de amar.
Sentimentos são assim,
vibrantes, intransigentes
revolucionários.
Mas não tenha medo
medo do medo
é melhor errar.
Aprender com o medo
é também errar.
Errar é amar
acreditar, fazer
tentar.
O medo é medo
nada mais que medo.
Homem
O Homem é Fogo que destrói a Terra,
Que poluí a Água e o Ar.
O Homem é o Corrupto que faz a Guerra,
Que traz a Morte, Que faz a Fome.
O Homem é o Animal que tira o desejo da Vida,
Da Felicidade, do Prazer e do Amor.
O Homem é a pura Diversão,
Que esquece do Alimento.
Mas lembra do Dinheiro,
Que nos tira a Paz.
O Homemé o Inteligente que vai a Lua,
Que está sempre em Fuga.
Que poluí a Água e o Ar.
O Homem é o Corrupto que faz a Guerra,
Que traz a Morte, Que faz a Fome.
O Homem é o Animal que tira o desejo da Vida,
Da Felicidade, do Prazer e do Amor.
O Homem é a pura Diversão,
Que esquece do Alimento.
Mas lembra do Dinheiro,
Que nos tira a Paz.
O Homemé o Inteligente que vai a Lua,
Que está sempre em Fuga.
Vida Liquidificada
De bom já temos a vida,
Precisamos acertas os passos
Pelos longos e tortuosos caminhos.
Pensar que novos horizontes
São possíveis não é utopia,
Mas uma condição de sobrevivência humana.
Olha o que tenho feito muito é pensado.
Construindo e desconstruindo
Pensamentos.
Sendo e deixando de ser.
Cada vez que somos desacreditados
Pela vida.
Somos reabilitados a querer viver.
Quem há de explicar os mistérios da vida.
Bata todas palavras no liquidificador e,
Veja se há algo de proveito.
Se não tiver, tente reciclar algo,
E cosntrua uma ideia nova.
Estou vivo e querendo viver.
Amar e ser amado.
Aplaudido e vaiado.
Mas, com um condição de não desistir.
Ainda mesmo quando o medo apareça.
Positiva Vibração.
Precisamos acertas os passos
Pelos longos e tortuosos caminhos.
Pensar que novos horizontes
São possíveis não é utopia,
Mas uma condição de sobrevivência humana.
Olha o que tenho feito muito é pensado.
Construindo e desconstruindo
Pensamentos.
Sendo e deixando de ser.
Cada vez que somos desacreditados
Pela vida.
Somos reabilitados a querer viver.
Quem há de explicar os mistérios da vida.
Bata todas palavras no liquidificador e,
Veja se há algo de proveito.
Se não tiver, tente reciclar algo,
E cosntrua uma ideia nova.
Estou vivo e querendo viver.
Amar e ser amado.
Aplaudido e vaiado.
Mas, com um condição de não desistir.
Ainda mesmo quando o medo apareça.
Positiva Vibração.
Pensamento Noturno
Menina
A chuva cai,
Pessoas conversam na noite.
Se enamoram.
Embriagam-se.
Ouvem músicas
E filosofam a vida,
Em copos cheios.
Eu mesmo me embebeci nestes copos.
E nesta noite.
E perguntas vieram-me em mente,
Pessoas eu revivi,
Momentos eu lembrei.
Mas a esperança de juntar se faz distante.
Por que o Universo é assim?
Lei da atração.
Da ação motivada,
E coisas afim.
Esse foi um momento urbano,
Em que vi que a cada momento
escolhemos caminhos.
Ou ficamos parados,
Esperando tudo acontecer.
Pois, contudo,
Nada se acrescenta
A dádiva de viver.
Só sorria
Da minha vã filosofia.
Que de bestialidade nada tem
De humor.
A chuva cai,
Pessoas conversam na noite.
Se enamoram.
Embriagam-se.
Ouvem músicas
E filosofam a vida,
Em copos cheios.
Eu mesmo me embebeci nestes copos.
E nesta noite.
E perguntas vieram-me em mente,
Pessoas eu revivi,
Momentos eu lembrei.
Mas a esperança de juntar se faz distante.
Por que o Universo é assim?
Lei da atração.
Da ação motivada,
E coisas afim.
Esse foi um momento urbano,
Em que vi que a cada momento
escolhemos caminhos.
Ou ficamos parados,
Esperando tudo acontecer.
Pois, contudo,
Nada se acrescenta
A dádiva de viver.
Só sorria
Da minha vã filosofia.
Que de bestialidade nada tem
De humor.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Vida dirigida & Estrada sem direção
Ao teu exemplo de vida,
não sou nem sombra.
QUeria ser ao menos,
os espinhos das tuas rosas.
Ou quem sabe,
a roda guiada pela tua direção.
Quando em olho os não vejo,
Tento sentir um cheiro,
Quando por esse não consigo.
Tento tatear objetos, pessoas,
Quando o tato se esvai,
Tento ouvir os pássaros, uma voz,
Ou quem sabe uma canção,
que me digas baixinho
qual a minha direção.
não sou nem sombra.
QUeria ser ao menos,
os espinhos das tuas rosas.
Ou quem sabe,
a roda guiada pela tua direção.
Quando em olho os não vejo,
Tento sentir um cheiro,
Quando por esse não consigo.
Tento tatear objetos, pessoas,
Quando o tato se esvai,
Tento ouvir os pássaros, uma voz,
Ou quem sabe uma canção,
que me digas baixinho
qual a minha direção.
Infinita Morena
Tua pele macia
Pés pequeninos
Teus lábios cereja.
Menina morena
Cabelos castanhos
Sorriso maroto e,
Olhos de mel...
Pés pequeninos
Teus lábios cereja.
Menina morena
Cabelos castanhos
Sorriso maroto e,
Olhos de mel...
Azul sem Passarinho
Ouço o canto da passarinhada
Beleza inconfundível
Que reflete bem na alma.
Quando os pássaros se vão,
Sobra o vazio do silêncio,
E o presente real.
Manhã de meio sol
COm nuvens de algodão-doce,
Cor de cinza, com retoque,
Azul de harmonia.
Beleza inconfundível
Que reflete bem na alma.
Quando os pássaros se vão,
Sobra o vazio do silêncio,
E o presente real.
Manhã de meio sol
COm nuvens de algodão-doce,
Cor de cinza, com retoque,
Azul de harmonia.
Só
Côncavo
Convexo
Contraditório
Imerso
Dito
Verso
Isto
Só
Corvo
Centavo
Bravo
Outdoor
Coco
Outono
Música
e
letra
de uma
rima
só.
Convexo
Contraditório
Imerso
Dito
Verso
Isto
Só
Corvo
Centavo
Bravo
Outdoor
Coco
Outono
Música
e
letra
de uma
rima
só.
Noite Carolina
Carolina tu vens como orvalho na relva,
silenciosa.
Carolina tu vens feito purpurina,
em minhas noites galopantes.
Carolina tu vens através de versículos,
em meus capítulos incabados.
Carolina tu vens poeticamente,
em minhas noites de insônia.
Carolina tu vens na noites estreladas,
para que nos bares sozinho beba de ti.
Carolina tu vens sem cessar,
em meus pensamentos e sonhos entorpecidos pelos seus beijos.
Carolina se tu vens, vou ao teu encontro
ao raiar do dia até a última brisa da noite.
silenciosa.
Carolina tu vens feito purpurina,
em minhas noites galopantes.
Carolina tu vens através de versículos,
em meus capítulos incabados.
Carolina tu vens poeticamente,
em minhas noites de insônia.
Carolina tu vens na noites estreladas,
para que nos bares sozinho beba de ti.
Carolina tu vens sem cessar,
em meus pensamentos e sonhos entorpecidos pelos seus beijos.
Carolina se tu vens, vou ao teu encontro
ao raiar do dia até a última brisa da noite.
Felicidade
Felicidade é um arco - íris incolor.
É como ver a arte borrada.
É atravessar um rio sem saber nadar.
Felicidade é dade a qualquer idade.
Por isso mesmo parece que não nasci.
È apenas um bê be de proveta em tubos frios.
Felicidade não ultrapassa o tempo.
É a lógica de não tê-la alcançado.
Sempre a espero na próxima estação.
Felicidade o espaço é teu.
É como ver a arte borrada.
É atravessar um rio sem saber nadar.
Felicidade é dade a qualquer idade.
Por isso mesmo parece que não nasci.
È apenas um bê be de proveta em tubos frios.
Felicidade não ultrapassa o tempo.
É a lógica de não tê-la alcançado.
Sempre a espero na próxima estação.
Felicidade o espaço é teu.
Você
Como é gostoso mergulhar
na nascente de tua alma.
Enxergar além
do brilho dos teus olhos.
E em teu sorriso
me deleitar durante o dia.
Pois, a noite sonharemos,
juntinhos, um sonho sem volta.
Em que todo fim,
será um recomeço.
Assim, viveremos entre
linhas retas e curvas,
desta vida, que o real
é buscar as ilusões perdidas.
na nascente de tua alma.
Enxergar além
do brilho dos teus olhos.
E em teu sorriso
me deleitar durante o dia.
Pois, a noite sonharemos,
juntinhos, um sonho sem volta.
Em que todo fim,
será um recomeço.
Assim, viveremos entre
linhas retas e curvas,
desta vida, que o real
é buscar as ilusões perdidas.
Canta Passarinho
Um pássaro canta insistentemente
sua canção.
Queria eu saber dialogar
com esse ser livre.
Passa os dias a cantar, declamar,
seus versos e prosas e até reclamar.
Era um canto solitário
que se fez em dois.
Ele cantava e eu entendia.
Ele me chamava e eu sorria.
Proclamava a liberdade
que eu não conhecia,
que entre ruas e becos,
espaço e tempo
poderíamos estar.
Mas ele se foi,
para entre os deles, viver a cantar,
de galho em galho era sua luta diária,
entre se alimentar e viver,
nas alturas imaginárias de nosso ser.
sua canção.
Queria eu saber dialogar
com esse ser livre.
Passa os dias a cantar, declamar,
seus versos e prosas e até reclamar.
Era um canto solitário
que se fez em dois.
Ele cantava e eu entendia.
Ele me chamava e eu sorria.
Proclamava a liberdade
que eu não conhecia,
que entre ruas e becos,
espaço e tempo
poderíamos estar.
Mas ele se foi,
para entre os deles, viver a cantar,
de galho em galho era sua luta diária,
entre se alimentar e viver,
nas alturas imaginárias de nosso ser.
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