Carolina tu vens como orvalho na relva,
silenciosa.
Carolina tu vens feito purpurina,
em minhas noites galopantes.
Carolina tu vens através de versículos,
em meus capítulos incabados.
Carolina tu vens poeticamente,
em minhas noites de insônia.
Carolina tu vens na noites estreladas,
para que nos bares sozinho beba de ti.
Carolina tu vens sem cessar,
em meus pensamentos e sonhos entorpecidos pelos seus beijos.
Carolina se tu vens, vou ao teu encontro
ao raiar do dia até a última brisa da noite.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
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