Ando tão atóa
que meus voam.
E só me percebo assim.
Entre linhas de versos,
os romanceiros.
Entre minutos de tv,
muitos bandalheiros.
Neste calor dos dias
ando buscando sintonia
com querubins
ou os serafins.
Minha amiga, se não fosse a poesia
não teria energia
para entre meus dias
relutar e viver.
Mas te digo baixinho
num zunido fininho
que te conhecer
foi e está sendo um prazer.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
O medo apenas cochila
Os nossos medos se escondem no nosso viver
Entreabertas são suas marcas
Que se entrelaçam a vida
Deixando explorados caminhos diversos
Os medos se insurgem entre risos
Se escondem no silêncio
Reproduzem-se incoscientemente
Vivem de fatos e atos do cotidiano
Medo, ide sem recomeço
Não tem preço a arte do medo
E pra todo seu começo não existe fim
O medo nasce de dia e reluta durante a lua.
Entreabertas são suas marcas
Que se entrelaçam a vida
Deixando explorados caminhos diversos
Os medos se insurgem entre risos
Se escondem no silêncio
Reproduzem-se incoscientemente
Vivem de fatos e atos do cotidiano
Medo, ide sem recomeço
Não tem preço a arte do medo
E pra todo seu começo não existe fim
O medo nasce de dia e reluta durante a lua.
Beco sem rua
Debruço-me sobre torrentes
Incluso em tempestades
A vida me é recorrente
Não desgruda de minhas vontades.
Nessa peleja conivente
Entre ares e confrades
Soluço o novo dia enternamente
Em que a morte não me vem como piedade.
Não peço a escuridão entre os seres francamente
Mas me enche a lua de atitudes
Renovada as suplicas de minha mente
Que entre terra estrangeira vou seguindo entre minhas ambiguidades.
Incluso em tempestades
A vida me é recorrente
Não desgruda de minhas vontades.
Nessa peleja conivente
Entre ares e confrades
Soluço o novo dia enternamente
Em que a morte não me vem como piedade.
Não peço a escuridão entre os seres francamente
Mas me enche a lua de atitudes
Renovada as suplicas de minha mente
Que entre terra estrangeira vou seguindo entre minhas ambiguidades.
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