Os nossos medos se escondem no nosso viver
Entreabertas são suas marcas
Que se entrelaçam a vida
Deixando explorados caminhos diversos
Os medos se insurgem entre risos
Se escondem no silêncio
Reproduzem-se incoscientemente
Vivem de fatos e atos do cotidiano
Medo, ide sem recomeço
Não tem preço a arte do medo
E pra todo seu começo não existe fim
O medo nasce de dia e reluta durante a lua.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
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