As lágrimas pela face
alívio de uma dor fugaz
sentimentos incendeiam a alma
melodia melancólica
da canção que jorra em meu peito.
As palavras dão o tom da vida
de fantasia e de drama
correm entre linhas da garganta a soluçar
uma verdade seca todo amor
mas a poesia reinventa a história
tempera com alegria todo amargor
no desafio do caminho uma luz no tempo
que faz do fracassado um vencedor.
domingo, 21 de novembro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
A fé me faz pensar
A fé desce montanha,
escorrega pelo ralo, mas
volta e jorra como uma
fonte dentro do coração.
É fé viva que faz a flor brotar
e a árvore dar frutos.
É a fé que é vida e faz ressuscitar.
Em momentos tão difíceis ela
não manda representante, se
faz presente e ajuda a levantar.
Ela liga a pessoas, assuntos
e movimentos que fazem-te
de ponte para religar.
É a união, é a partilha, é a oração,
é o amor, é o perdão, é o alicerce
de uma vida, de uma poesia, e é
tema de canção.
A fé respira o desejo
além das fronteiras de qualquer
religião.
Ela é transversal, horizontal,
sublime e generosa com as dores
do cidadão.
escorrega pelo ralo, mas
volta e jorra como uma
fonte dentro do coração.
É fé viva que faz a flor brotar
e a árvore dar frutos.
É a fé que é vida e faz ressuscitar.
Em momentos tão difíceis ela
não manda representante, se
faz presente e ajuda a levantar.
Ela liga a pessoas, assuntos
e movimentos que fazem-te
de ponte para religar.
É a união, é a partilha, é a oração,
é o amor, é o perdão, é o alicerce
de uma vida, de uma poesia, e é
tema de canção.
A fé respira o desejo
além das fronteiras de qualquer
religião.
Ela é transversal, horizontal,
sublime e generosa com as dores
do cidadão.
Quem é Você?
O caçador de paixões
anda pelas ruas
e vê nas luzes corações.
Sensível aos amores
apadrinha suas sensações.
Timidamente flerta
ao som de canções.
Num clima romântico
sente seu corpo vibrar
em altas rotações.
Imagina sentimentos
e o tum tum tum do violão
que estremece e acelara
a batida do seu coração.
Ao som do samba de roda
ele pensa no seu amor.
Se ela é loira, morena, ruiva ou pretinha
pensa encontrá-la na rua, no barzinho,
no baile ou no trânsito dirigindo seu fusquinha.
Sensível ele procura em seu corpo
o pecado da maçã, suculenta e macia
para entre seus braços se deleitar no partido alto do amor.
Em cada rosto uma procura dela,
em cada corpo de menina, de mulher
o seu se esvai em linhas tortas de pensamentos.
Cadê ela que espero e não vem
caminho e nem reflexo dela também.
Tão bem assim vou vivendo e a transformando
em espelho mágico ao som de bem-ti -vi e pardais.
Em memórias de desejo
vou te convidando para meu castelo de areia.
E nas águas profundas do mar
ver nosso amor megulhar.
anda pelas ruas
e vê nas luzes corações.
Sensível aos amores
apadrinha suas sensações.
Timidamente flerta
ao som de canções.
Num clima romântico
sente seu corpo vibrar
em altas rotações.
Imagina sentimentos
e o tum tum tum do violão
que estremece e acelara
a batida do seu coração.
Ao som do samba de roda
ele pensa no seu amor.
Se ela é loira, morena, ruiva ou pretinha
pensa encontrá-la na rua, no barzinho,
no baile ou no trânsito dirigindo seu fusquinha.
Sensível ele procura em seu corpo
o pecado da maçã, suculenta e macia
para entre seus braços se deleitar no partido alto do amor.
Em cada rosto uma procura dela,
em cada corpo de menina, de mulher
o seu se esvai em linhas tortas de pensamentos.
Cadê ela que espero e não vem
caminho e nem reflexo dela também.
Tão bem assim vou vivendo e a transformando
em espelho mágico ao som de bem-ti -vi e pardais.
Em memórias de desejo
vou te convidando para meu castelo de areia.
E nas águas profundas do mar
ver nosso amor megulhar.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Arte artesã
A arte entre linhas
A arte nas janelas
A arte em sombrinhas
A arte nas tigelas
A arte me comove
A arte me consome
A arte me devora
A arte me leva embora
A arte me parte
A arte me inteira
A arte me atira
A arte pinta a vida
A arte morte ressuscita
A arte se publica
A arte por arte me completa
A arte nas janelas
A arte em sombrinhas
A arte nas tigelas
A arte me comove
A arte me consome
A arte me devora
A arte me leva embora
A arte me parte
A arte me inteira
A arte me atira
A arte pinta a vida
A arte morte ressuscita
A arte se publica
A arte por arte me completa
Transfigurando a Vida
Aventuras, bebedeiras, noites em claro,
uma vida completa de diversão.
O tempo passou e com ele a colheita
do que foi plantado. Plantado vento,
colhe-se tempestade. Mas tudo pass e
com o tempo, um recomeço, um novo
ciclo, uma nova estação.
À perdição se entregou, com ela as
más companhias corrompendo os
bons costumes que outrora passaram.
A vida hoje não se encaixa, não integra.
Em mente as paisagens perdidas e seus
contratempos sem solução.
Nesse caminho da vida, muita poeira,
sol, paixões, vícios e anúncios do que
seria um dia a real convulsão.
Hoje enxergasse horizontes e pontes do
que será e que pode vir depois.
Nesse mundo marginal o centro roda para
nos afastar dos objetivos, de que somos
realmente todos frutos da mesma intervenção.
A criação não é nossa, mas temos poder
nessa história, de mudar a versão, que outrora
sempre andou na contra-mão.
uma vida completa de diversão.
O tempo passou e com ele a colheita
do que foi plantado. Plantado vento,
colhe-se tempestade. Mas tudo pass e
com o tempo, um recomeço, um novo
ciclo, uma nova estação.
À perdição se entregou, com ela as
más companhias corrompendo os
bons costumes que outrora passaram.
A vida hoje não se encaixa, não integra.
Em mente as paisagens perdidas e seus
contratempos sem solução.
Nesse caminho da vida, muita poeira,
sol, paixões, vícios e anúncios do que
seria um dia a real convulsão.
Hoje enxergasse horizontes e pontes do
que será e que pode vir depois.
Nesse mundo marginal o centro roda para
nos afastar dos objetivos, de que somos
realmente todos frutos da mesma intervenção.
A criação não é nossa, mas temos poder
nessa história, de mudar a versão, que outrora
sempre andou na contra-mão.
Existe uma dor em mim, que me leva há algum lugar
A dor toma conta da minha alma.
Ocupa meus espaços e toma conta do meu tempo.
Vem calada e se aloja friamente no meu peito.
Tento derramá-la toda em palavras.
Sei que enquanto houver dor, haverá vida.
Quero saber canalizá-la e dar vazão ao que dela possa usufruir.
A dor sangra pela tinta da caneta.
Vou seguindo pelo caminho através de pensamentos dolorosos.
Vibra dor, que quero refletir sobre tudo que há em mim.
Se Deus me deu esse sentimento, é porque dele há algo de divino.
Jesus sangrou quando suava de dor, pediu a Deus que afastasse o
cálice, mas que fizesse a vontade do Pai.
E assim eu te peço ó Deus, que minha dor me leve ao encontro das
respostas, para as perguntas da minha existÊncia.
Essa dor me faz pensar, refletir, dialogar, escrever, amar, odiar,
sabendo que a nossa vida é resultado da antecipada dor que gera
a vida, o nascimento.
Vida, dor, vida, paixão, amor todos juntos batendo no peito do meu
coração.
Ocupa meus espaços e toma conta do meu tempo.
Vem calada e se aloja friamente no meu peito.
Tento derramá-la toda em palavras.
Sei que enquanto houver dor, haverá vida.
Quero saber canalizá-la e dar vazão ao que dela possa usufruir.
A dor sangra pela tinta da caneta.
Vou seguindo pelo caminho através de pensamentos dolorosos.
Vibra dor, que quero refletir sobre tudo que há em mim.
Se Deus me deu esse sentimento, é porque dele há algo de divino.
Jesus sangrou quando suava de dor, pediu a Deus que afastasse o
cálice, mas que fizesse a vontade do Pai.
E assim eu te peço ó Deus, que minha dor me leve ao encontro das
respostas, para as perguntas da minha existÊncia.
Essa dor me faz pensar, refletir, dialogar, escrever, amar, odiar,
sabendo que a nossa vida é resultado da antecipada dor que gera
a vida, o nascimento.
Vida, dor, vida, paixão, amor todos juntos batendo no peito do meu
coração.
sábado, 16 de outubro de 2010
O Guerreiro das Ruas
Hoje apagou-se a luz de um olhar e a alegria de um sorriso.
Irão ficar os momentos, os apertos de mão, as conversas,
os risos, os agradecimentos e hoje mais do que nunca a
última despedida.
Foi embora um forasteiro das brenhas do alto interior do
sertão, lá das bandas do Jutaí. Um jovem franzino, calmo,
sereno, sempre solícito e muito educado. Educação essa
que não fora aprendido na escola, mas na vida árdua ao
qual se entregou desde cedo a esse mundo seco de piedade
e bondade.
Como um bom sertanejo não se entregou as dificuldades
da vida, saindo cedo de casa para trabalhar na cidade
grande.
Apresento-lhes um ganhador da vida, de altos e pequenos
sonhos, mas tinha na alma a grandeza divina. Este era sim,
um lavador de carros e vigia de carros, seu espaço era na
praça, na praça do Galo, deram-se lá boa parte de seu tempo,
do seu dia-dia, de sua história.
Vivia não de salários, mas de gorjetas e pequenas recompensas
dos donos dos carros, não sei como fazia para se alimentar, para
viver, sei que levava uma vida muito limitada, muito simples
e vivida na raça e no suor do sol de cada dia.
Deveria morar numa casa muito simples, pequena, apertada
e de má condição de moradia. Pagava algo simbólico ao pro-
prietário em relação a muitos alugueis em vista. Morava sozinho,
não por escolha, mas porque sua última companheira não lhe
proporcionou o devido respeito, o levando a escolher viver só
do que mal acompanhado.
Não era uma pessoa desregrada, não bebia, mas fumava seus
cigarros importados do Paraguai, esse era seu único vício.
Era uma pessoa honesta, responsável e cumpridor dos seus
compromissos. Mas o seu final vem chegando. Os seus dias
estão contados. A se muitos soubessem do motivo pelo qual
iria morrer, muitos teriam intervido e o pior não aconteceria.
Enfim, alguém já deve ter assumido seu espaço na praça
quando soube do seu destino, do seu fim, da sua dramática
história.
Foi levado pelo SAMU e até hoje não retornou, mas deixou
entre nossos corações a peleja de um guerreiro, que enquanto
com vida viveu o bom combate e hoje está na morada celestial
junto aos braços do Pai.
Irão ficar os momentos, os apertos de mão, as conversas,
os risos, os agradecimentos e hoje mais do que nunca a
última despedida.
Foi embora um forasteiro das brenhas do alto interior do
sertão, lá das bandas do Jutaí. Um jovem franzino, calmo,
sereno, sempre solícito e muito educado. Educação essa
que não fora aprendido na escola, mas na vida árdua ao
qual se entregou desde cedo a esse mundo seco de piedade
e bondade.
Como um bom sertanejo não se entregou as dificuldades
da vida, saindo cedo de casa para trabalhar na cidade
grande.
Apresento-lhes um ganhador da vida, de altos e pequenos
sonhos, mas tinha na alma a grandeza divina. Este era sim,
um lavador de carros e vigia de carros, seu espaço era na
praça, na praça do Galo, deram-se lá boa parte de seu tempo,
do seu dia-dia, de sua história.
Vivia não de salários, mas de gorjetas e pequenas recompensas
dos donos dos carros, não sei como fazia para se alimentar, para
viver, sei que levava uma vida muito limitada, muito simples
e vivida na raça e no suor do sol de cada dia.
Deveria morar numa casa muito simples, pequena, apertada
e de má condição de moradia. Pagava algo simbólico ao pro-
prietário em relação a muitos alugueis em vista. Morava sozinho,
não por escolha, mas porque sua última companheira não lhe
proporcionou o devido respeito, o levando a escolher viver só
do que mal acompanhado.
Não era uma pessoa desregrada, não bebia, mas fumava seus
cigarros importados do Paraguai, esse era seu único vício.
Era uma pessoa honesta, responsável e cumpridor dos seus
compromissos. Mas o seu final vem chegando. Os seus dias
estão contados. A se muitos soubessem do motivo pelo qual
iria morrer, muitos teriam intervido e o pior não aconteceria.
Enfim, alguém já deve ter assumido seu espaço na praça
quando soube do seu destino, do seu fim, da sua dramática
história.
Foi levado pelo SAMU e até hoje não retornou, mas deixou
entre nossos corações a peleja de um guerreiro, que enquanto
com vida viveu o bom combate e hoje está na morada celestial
junto aos braços do Pai.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Uma mensagem a Deus.
Uma conversa amiga, um papo instigante, uma realidade sincera. Cheias de ideias e contr-pontos. O senso comum como alternativa caseira e singela. A vida como obra de arte que não se acaba e não se integra nas muitas resoluções.
Na verdade me consome as lutas, os apelos e as imperfeições. Pensamentos contemporâneos me afugentam do centro a alma, do ser e do espírito, em síntese de Deus.
Será a minha pessoa um modelo de incredulidade quando faço parte da conjectura de toda criação?
Cada um com seu carma, seu destino, seu começo, meio e fim.
O que busco não está nos periódicos, na tv, no rádio, livros, palestras, mas sim no ventre da vida e no poder da consolção. Como aquitar-se se Deus me escorrega pelas mãos, cala-me os pensamentos que me levam a Ele e, agora fico co qual explicação?
Passarei mil anos para explicar Deus e serão muitas e variadas as opiniões. Mas eu acharei, só não sei se segurarei em minhas mãos, quero ter guardado forças para levá-lo até dentro do meu coração.
Deus a tua busca tem um fim e teu encontro é pra eternidade?
O que me leva a ti Senhor?
O que queres de mim nessa batalha infinita e que carrego comigo a bagagem que possuo pelos caminhos dessas estações?
O meu apelo eu te presto, se veres que tenho valor, a ti me entrego. Me lapida, remove os excessos, me faz o teu fogo a partir do meu carvão. A ti me esforçarei, cumprirei a palavra, os teus mandamentos, juntos com tesus ensinamentos como fez teu servo Abraão.
Juntarei minhas forças e te seguirei para o lugar prometido onde está Davi, Josué, José, Jacó e aquele que te batizou que foi João. Das tuas palavras me alimento, mesmo que confuso, não abdicarei do teu pão.
Em terra firme me guia, me consola, me abriga, não me deixes escaneado da tua vida, da tua casa, abrigando o teu porão. Jesus a tua vida entregastes quando passou pelo calvário até o dia da tua ressureição.
Já não me conduzo sozinho, passo por trevas e espinhos e guardo dentro de mim o retrato do que seja a solidão.
É por isso que te peço, sinto que minha vez vem chegando, de trilhar o caminho sempre te seguindo, buscando o momento de adquirir o teu legado que é a minha salvação. Mesmo que me faça rebelde configura-me e transfigura-me, para me fazer corpo nas tuas revelações.
Senhor se compadece de mim, me faz novo homem e me toca com teu galardão.
Na verdade me consome as lutas, os apelos e as imperfeições. Pensamentos contemporâneos me afugentam do centro a alma, do ser e do espírito, em síntese de Deus.
Será a minha pessoa um modelo de incredulidade quando faço parte da conjectura de toda criação?
Cada um com seu carma, seu destino, seu começo, meio e fim.
O que busco não está nos periódicos, na tv, no rádio, livros, palestras, mas sim no ventre da vida e no poder da consolção. Como aquitar-se se Deus me escorrega pelas mãos, cala-me os pensamentos que me levam a Ele e, agora fico co qual explicação?
Passarei mil anos para explicar Deus e serão muitas e variadas as opiniões. Mas eu acharei, só não sei se segurarei em minhas mãos, quero ter guardado forças para levá-lo até dentro do meu coração.
Deus a tua busca tem um fim e teu encontro é pra eternidade?
O que me leva a ti Senhor?
O que queres de mim nessa batalha infinita e que carrego comigo a bagagem que possuo pelos caminhos dessas estações?
O meu apelo eu te presto, se veres que tenho valor, a ti me entrego. Me lapida, remove os excessos, me faz o teu fogo a partir do meu carvão. A ti me esforçarei, cumprirei a palavra, os teus mandamentos, juntos com tesus ensinamentos como fez teu servo Abraão.
Juntarei minhas forças e te seguirei para o lugar prometido onde está Davi, Josué, José, Jacó e aquele que te batizou que foi João. Das tuas palavras me alimento, mesmo que confuso, não abdicarei do teu pão.
Em terra firme me guia, me consola, me abriga, não me deixes escaneado da tua vida, da tua casa, abrigando o teu porão. Jesus a tua vida entregastes quando passou pelo calvário até o dia da tua ressureição.
Já não me conduzo sozinho, passo por trevas e espinhos e guardo dentro de mim o retrato do que seja a solidão.
É por isso que te peço, sinto que minha vez vem chegando, de trilhar o caminho sempre te seguindo, buscando o momento de adquirir o teu legado que é a minha salvação. Mesmo que me faça rebelde configura-me e transfigura-me, para me fazer corpo nas tuas revelações.
Senhor se compadece de mim, me faz novo homem e me toca com teu galardão.
domingo, 3 de outubro de 2010
Um momento, um ato, uma visão.
A imprensa balbucia notícias a todo momento.Circunstância do pleito para escolha das nossas Excelências, que se incumbirão de fazer valer a Ordem e o Progresso para nosso país.
Até mesmo porque a nossa democracia tem se mostrado representativa, contudo são poucos os momentos de participação popular. Para não dizer de um dos únicos momentos que é da hora do voto.
A mídia tem força e altera o leme da democracia em algumas circuntâncias hoje um pouco regionalizadas, a mídia tem interesses e, muitos ordenados para uma classe já bastante conhecida, porque se trata da velha guarda da política brasileira, daqueles que sempre foram atores dos rumos do nosso país.
Resolviam os problemas dos grandes investidores, dos granades empresários, dos bancos, fato que ainda hoje ocorre, mas há sinais de um mais amplo direcionamento para as camadas mais desguarnecidas. Ainda estamos a caminho de um mundo melhor, estamos flertando um mundo justo, plural, igual e mais fraterno.
Pensar na fome, na pobreza, na diminuição da desigualdade social, da moradia, do direito à terra, era visto como uma fatalidade natural e que não poderia ser resolvida com políticas públicas afirmativas e emergenciais. Agora estamos conseguindo aos poucos imprimir uma nova conotação a esses problemas de país emergente e em desenvolvimento.
Chegou o momento que a grande classe excluída e marginalizada sempre a beira e a eira, resolveram atuar. Juntos querem dar uma nova cara ao país que outrora os viam como um peso na balança econômica para o progresso.
Foi pensando de uma forma mais democrática que resolveram junatar forças para serem participantes do poder, este mesmo que os oprimiam.
Quando a classe trabalhadora bota a boca no trombone a burguesia se inflama e estremece buscando se blindar porque os interesses da maioria operária e de massa não condiz com os privilégios que buscam até esmurecer as forças proletarias.
Até mesmo porque a nossa democracia tem se mostrado representativa, contudo são poucos os momentos de participação popular. Para não dizer de um dos únicos momentos que é da hora do voto.
A mídia tem força e altera o leme da democracia em algumas circuntâncias hoje um pouco regionalizadas, a mídia tem interesses e, muitos ordenados para uma classe já bastante conhecida, porque se trata da velha guarda da política brasileira, daqueles que sempre foram atores dos rumos do nosso país.
Resolviam os problemas dos grandes investidores, dos granades empresários, dos bancos, fato que ainda hoje ocorre, mas há sinais de um mais amplo direcionamento para as camadas mais desguarnecidas. Ainda estamos a caminho de um mundo melhor, estamos flertando um mundo justo, plural, igual e mais fraterno.
Pensar na fome, na pobreza, na diminuição da desigualdade social, da moradia, do direito à terra, era visto como uma fatalidade natural e que não poderia ser resolvida com políticas públicas afirmativas e emergenciais. Agora estamos conseguindo aos poucos imprimir uma nova conotação a esses problemas de país emergente e em desenvolvimento.
Chegou o momento que a grande classe excluída e marginalizada sempre a beira e a eira, resolveram atuar. Juntos querem dar uma nova cara ao país que outrora os viam como um peso na balança econômica para o progresso.
Foi pensando de uma forma mais democrática que resolveram junatar forças para serem participantes do poder, este mesmo que os oprimiam.
Quando a classe trabalhadora bota a boca no trombone a burguesia se inflama e estremece buscando se blindar porque os interesses da maioria operária e de massa não condiz com os privilégios que buscam até esmurecer as forças proletarias.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Estou vivo, logo posso morrer.
A morte pode ser uma violência contra a vida.
A morte pode ser consequência da vida.
A morte vida será.
A vida morte estará.
Vida e morte juntas serão no tempo eternidade.
Semear a morte é viver cada dia.
A morte é o pra sempre que nos acompanhará.
A vida é a morte vivida constantemente.
Vida e morte um elo sem fim.
A morte pode ser consequência da vida.
A morte vida será.
A vida morte estará.
Vida e morte juntas serão no tempo eternidade.
Semear a morte é viver cada dia.
A morte é o pra sempre que nos acompanhará.
A vida é a morte vivida constantemente.
Vida e morte um elo sem fim.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
De lua a sol.
Atravessou a porta
uma garota balançava
nos anéis de saturno.
O poeta sentado na lua
declamava poemas
para as estrelas.
E as estrelas cadentes
como que encantadas
iam fazendo sua travessia,
as outras e enamoravam.
Iam assim até o amanhecer
quando o sol formoso
anunciava pelo canto
de um boêmio
o renascer do dia.
Os trabalhadores
saiam de seus mundos
concretos para os horizontes
da vida.
Os pássaros reverenciavam
os ventos pela liberdade de
seus vôos.
As prostitutas e os vagabundos
contabilizavam o ganha pão
para partilharem em suas dependências.
E assim a porta se fechava.
uma garota balançava
nos anéis de saturno.
O poeta sentado na lua
declamava poemas
para as estrelas.
E as estrelas cadentes
como que encantadas
iam fazendo sua travessia,
as outras e enamoravam.
Iam assim até o amanhecer
quando o sol formoso
anunciava pelo canto
de um boêmio
o renascer do dia.
Os trabalhadores
saiam de seus mundos
concretos para os horizontes
da vida.
Os pássaros reverenciavam
os ventos pela liberdade de
seus vôos.
As prostitutas e os vagabundos
contabilizavam o ganha pão
para partilharem em suas dependências.
E assim a porta se fechava.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Minha alma.
A minha iniciação poética como musa inspiradora,
só poderia ser ela A Minha Amada MÃE.
Com 7 Anos de idade rabiscando uns versos para
parabenizá-la no dia das MãEs.
Mãe, mãe que pra mim
só existe uma, que é você.
Você é uma estrela que
brilha no meu olhar.
Mãe que adoro e que
gosto tanto e que está
dentro do meu coração.
Mãe que pra mim
vale tudo que esxiste
neste mundo.
Desculpe-me se eu menosprezo
mas Deus disse: perdoa
70 x 4.
Desculpa mãe se eu errei
e se eu erro.
Mas vamos deixar a trsiteza
de lado e vamos curtir
a alegria do teu sorriso.
Ass: Juamis Tomaz
Parabéns Mamãe
Hoje é o seu dia.
só poderia ser ela A Minha Amada MÃE.
Com 7 Anos de idade rabiscando uns versos para
parabenizá-la no dia das MãEs.
Mãe, mãe que pra mim
só existe uma, que é você.
Você é uma estrela que
brilha no meu olhar.
Mãe que adoro e que
gosto tanto e que está
dentro do meu coração.
Mãe que pra mim
vale tudo que esxiste
neste mundo.
Desculpe-me se eu menosprezo
mas Deus disse: perdoa
70 x 4.
Desculpa mãe se eu errei
e se eu erro.
Mas vamos deixar a trsiteza
de lado e vamos curtir
a alegria do teu sorriso.
Ass: Juamis Tomaz
Parabéns Mamãe
Hoje é o seu dia.
domingo, 4 de julho de 2010
LIberdade passarada.
Certo dia acordei no meio da noite
porque sonhava que pegava no alçapão
um cardeal que tinha um olho cego.
Ele se segurava entre meus dedos
e com o bico bicava-me o dedo indicador
como quem brigava para que eu não o soltasse.
Eu queria dar-lhe a liberdade,
mas o pássaro parecia que não pretendia.
Daí lhe ofereci minha cordial amizade,
e até então formamos uma dupla perfeita,
mas foi entre eu e o sonho,
pois o final da história
é que acordei e vi que o pássaro era eu
e que a liberdade era minha
de estar contando este pequeno episódio
de um dia acordado no meio da noite.
porque sonhava que pegava no alçapão
um cardeal que tinha um olho cego.
Ele se segurava entre meus dedos
e com o bico bicava-me o dedo indicador
como quem brigava para que eu não o soltasse.
Eu queria dar-lhe a liberdade,
mas o pássaro parecia que não pretendia.
Daí lhe ofereci minha cordial amizade,
e até então formamos uma dupla perfeita,
mas foi entre eu e o sonho,
pois o final da história
é que acordei e vi que o pássaro era eu
e que a liberdade era minha
de estar contando este pequeno episódio
de um dia acordado no meio da noite.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Terra seca.
Na terra seca
não cai chuva
não pousa rolinha
não cava tatu
não tem plantação
só há a cerca da desilusão.
Na terra seca
nordestino abadona seu lar
seu par de garrotes já não tem
não tem mais arribaçã
préa não se encontra
só há a farinha e o feijão.
Na terra seca
as rezas já quase não se tem
mas a fé ainda existe
é a única salvação.
Na terra seca
não tem trabalho
mas tem o bolsa família
que vem como migalha
acrescentar a renda
do trabalhador do sertão.
E aí de Deus
não esteja vendo esta peleja
que vá mandar o diabo
não pra outra encarnação.
Na terra seca
o que resiste é
a palma
o mandacarú
o xique-xique
e o cansanção.
Mesmo assim
sertanejo não esmurece
e é orgulho
pra essa nossa nação.
não cai chuva
não pousa rolinha
não cava tatu
não tem plantação
só há a cerca da desilusão.
Na terra seca
nordestino abadona seu lar
seu par de garrotes já não tem
não tem mais arribaçã
préa não se encontra
só há a farinha e o feijão.
Na terra seca
as rezas já quase não se tem
mas a fé ainda existe
é a única salvação.
Na terra seca
não tem trabalho
mas tem o bolsa família
que vem como migalha
acrescentar a renda
do trabalhador do sertão.
E aí de Deus
não esteja vendo esta peleja
que vá mandar o diabo
não pra outra encarnação.
Na terra seca
o que resiste é
a palma
o mandacarú
o xique-xique
e o cansanção.
Mesmo assim
sertanejo não esmurece
e é orgulho
pra essa nossa nação.
Quem serás?
Esta noite recebi um chamado
um chamado
para exercer minha consciência
mas furtaram o meu ser e
extraviaram a minha alma.
O que farei agora a cada amanhecer?
Quem hei de ser?
Um mendigo pedindo respeito
um palhaço esbanjando alegria
um político fazendo promessa
ou um padre com seu sermão.
Serei mais um
guiade pela mídia
ludibriado pela propaganda
e esnobado pela televisão
porque
nas novelas não me vejo não.
A última sentença dos togados
me sentenciam como um pobre burguês
na fila da esperança.
um chamado
para exercer minha consciência
mas furtaram o meu ser e
extraviaram a minha alma.
O que farei agora a cada amanhecer?
Quem hei de ser?
Um mendigo pedindo respeito
um palhaço esbanjando alegria
um político fazendo promessa
ou um padre com seu sermão.
Serei mais um
guiade pela mídia
ludibriado pela propaganda
e esnobado pela televisão
porque
nas novelas não me vejo não.
A última sentença dos togados
me sentenciam como um pobre burguês
na fila da esperança.
domingo, 27 de junho de 2010
Ao tom do imaginário.
No campo imaginário
sou profeta, sou pretérito,
sou lavrador.
No campo do imaginário
sou luz, sou trevas,
sou lutador.
No campo do imaginário
sou começo, sou tropeço,
sou redentor.
No campo do imaginário
sou relva, sou selva,
sou contemplador.
No campo imaginário
sou dor, sou ardor,
sou pecador.
No campo imaginário
visto minha nudez
perante o Senhor.
sou profeta, sou pretérito,
sou lavrador.
No campo do imaginário
sou luz, sou trevas,
sou lutador.
No campo do imaginário
sou começo, sou tropeço,
sou redentor.
No campo do imaginário
sou relva, sou selva,
sou contemplador.
No campo imaginário
sou dor, sou ardor,
sou pecador.
No campo imaginário
visto minha nudez
perante o Senhor.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
A essência do momento.
Na minha incoerência
brotada os frutos do erro
renasce a justiça
e sombreia nvamente boas atitudes.
Na minha intolerância
vi nascer o cata-vento
captando energia
para realizar bons momentos.
Na minha infância
fantasiei a vida adulta
com brincadeiras de criança
inventando e reinvntando o novo mundo.
brotada os frutos do erro
renasce a justiça
e sombreia nvamente boas atitudes.
Na minha intolerância
vi nascer o cata-vento
captando energia
para realizar bons momentos.
Na minha infância
fantasiei a vida adulta
com brincadeiras de criança
inventando e reinvntando o novo mundo.
O acaso profundo.
Tenho vivido por caminhos de indecisão
Trilhado a inércia dos acontecimentos
Tido o vazio de algumas experiências
Conseguido a ternura da espera.
Visto a omissão da força do homem
A lacuna de um complexo de pensamentos
A falta de pegadas em terrenos férteis
A visão do longe alcançável pelo esforço.
O dissabor de algumas incompreensões
O acerto pela paciência do amanhecer
Exemplos fatigando o meu ego
E desenterrando um novo dia.
Vejo a imagem colorida nos raios de sol
Atitudes que deixam de ser
O equilíbrio do verde das matas silvestres
E o Criador pela purerza do balé dos riachos e cachoeiras.
Trilhado a inércia dos acontecimentos
Tido o vazio de algumas experiências
Conseguido a ternura da espera.
Visto a omissão da força do homem
A lacuna de um complexo de pensamentos
A falta de pegadas em terrenos férteis
A visão do longe alcançável pelo esforço.
O dissabor de algumas incompreensões
O acerto pela paciência do amanhecer
Exemplos fatigando o meu ego
E desenterrando um novo dia.
Vejo a imagem colorida nos raios de sol
Atitudes que deixam de ser
O equilíbrio do verde das matas silvestres
E o Criador pela purerza do balé dos riachos e cachoeiras.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
A sombra do meu eu.
Saiu de mim para conhecer o outro.
Me encontro em fíguras e máscaras.
Cada face um DNA da razão.
Cada ser um sentimento e emoção.
Transfiguro-me em facetas complexas.
Me encontro no reflexo da luz,
que causa a minha sombra.
Deleito-me sobre letras
buscando a combustão para minha existência.
Em pingo d'água me perco
no oceano da multiplicidade.
Vertigens conscientes me levam
a caminhos de semelhantes passados.
A sombra me renega,
porque não carrega o meu ser.
Porventura sou eu a luz
para minha sombra
retratando a clausura dos caminhos
trilhados pelos meus pés?
Me encontro em fíguras e máscaras.
Cada face um DNA da razão.
Cada ser um sentimento e emoção.
Transfiguro-me em facetas complexas.
Me encontro no reflexo da luz,
que causa a minha sombra.
Deleito-me sobre letras
buscando a combustão para minha existência.
Em pingo d'água me perco
no oceano da multiplicidade.
Vertigens conscientes me levam
a caminhos de semelhantes passados.
A sombra me renega,
porque não carrega o meu ser.
Porventura sou eu a luz
para minha sombra
retratando a clausura dos caminhos
trilhados pelos meus pés?
A voz do vazio.
O silêncio conduz minha alma.
Me destempero para saber o sabor do nada.
Me vejo na escuridão como o próprio escuro reluzente.
Atravesso avenidas e me ponho na frente de canhões.
O medo não me fere mais.
Agora serei imbatível para eternidade.
Conhecerei o vazio de tudo que se diz está completo.
E serei o completo de tudo que se diz está vazio.
Serei a ponte do infinito desejo do sabor ardente do livro sem palavras.
Serei estrela na terra e mar no sol.
A imensidão imaginária do eterno nada.
A minha ponte não vai ao sol, não chega ao mar, não encontra a terra.
Mas namora a lua e a constelação estrelar.
Mesmo assim, o amargo vazio não contempla o amor.
Me destempero para saber o sabor do nada.
Me vejo na escuridão como o próprio escuro reluzente.
Atravesso avenidas e me ponho na frente de canhões.
O medo não me fere mais.
Agora serei imbatível para eternidade.
Conhecerei o vazio de tudo que se diz está completo.
E serei o completo de tudo que se diz está vazio.
Serei a ponte do infinito desejo do sabor ardente do livro sem palavras.
Serei estrela na terra e mar no sol.
A imensidão imaginária do eterno nada.
A minha ponte não vai ao sol, não chega ao mar, não encontra a terra.
Mas namora a lua e a constelação estrelar.
Mesmo assim, o amargo vazio não contempla o amor.
domingo, 6 de junho de 2010
Retratando a Vida
Eu vejo a vida da codurniz,
no trabalho do aprendiz,
no canto dos pardais,
no vôo das andorinhas,
na ciranda da criançada.
Eu vejo a vida no cocoricó do galo,
no banho de cachoeira,
na plantação de melancia,
na partida de futebol.
Eu vejo a vida no sorriso da criança,
no nascer do sol,
na brisa da madrugada,
no canto da coruja.
Eu vejo a vida na timidez
do primeiro namoro,
no beijo dos amantes,
na mansidão dos velhinhos,
no aniversário de casamento,
no pensamento do jovem revolucionário.
Eu vejo a vida nas fases da lua,
no brilho das estrelas,
nos poemas dos poetas,
nas canções do cancioneiro,
nas viagens do caminhoeiro.
Eu vejo a vida em cada
ser humano do mundo inteiro.
no trabalho do aprendiz,
no canto dos pardais,
no vôo das andorinhas,
na ciranda da criançada.
Eu vejo a vida no cocoricó do galo,
no banho de cachoeira,
na plantação de melancia,
na partida de futebol.
Eu vejo a vida no sorriso da criança,
no nascer do sol,
na brisa da madrugada,
no canto da coruja.
Eu vejo a vida na timidez
do primeiro namoro,
no beijo dos amantes,
na mansidão dos velhinhos,
no aniversário de casamento,
no pensamento do jovem revolucionário.
Eu vejo a vida nas fases da lua,
no brilho das estrelas,
nos poemas dos poetas,
nas canções do cancioneiro,
nas viagens do caminhoeiro.
Eu vejo a vida em cada
ser humano do mundo inteiro.
Entrincheirando as fronteiras
As fronteiras das raças.
das economias, das ideologias,
das desigualdades sociais.
As fronteiras dos sexos,
das religiões, das etnias,
do valor do arroz e do feijão.
As fronteiras das hipocrisias,
das demagogias, dos roubos,
dos furtos de todo ladrão.
As fronteiras das políticas,
dos partidos, das facções,
das quadrilhas, dos homens sem ética,
do trabalho escravo, da tirania,
que na falta de cidadania
vemos nossos diretios como cinza de carvão.
As fronteiras reduzem o homem,
algema a liberdade,
apaga os passos de cada cidadão.
As fronteiras nega os direitos
do ser em união.
Reascende o revanchismo
do preconceito dos costumes de cada nação.
das economias, das ideologias,
das desigualdades sociais.
As fronteiras dos sexos,
das religiões, das etnias,
do valor do arroz e do feijão.
As fronteiras das hipocrisias,
das demagogias, dos roubos,
dos furtos de todo ladrão.
As fronteiras das políticas,
dos partidos, das facções,
das quadrilhas, dos homens sem ética,
do trabalho escravo, da tirania,
que na falta de cidadania
vemos nossos diretios como cinza de carvão.
As fronteiras reduzem o homem,
algema a liberdade,
apaga os passos de cada cidadão.
As fronteiras nega os direitos
do ser em união.
Reascende o revanchismo
do preconceito dos costumes de cada nação.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Ser ou não ser, eis a questão!
Era sublime
minha irrealidade
mais real.
Era montanha
para meus voos
para olhares intensos
que balbuciava a alma.
Era o incomum
mais normal
dos arrepios da carne
para preencher meu diário do dia.
Era o néctar
para minha flor mais exótica
suspensa em jardins
noturnos.
Era a inexistência
para meu saber
o vulcão no ipicentro
de meu ser.
Era o equívoco
para compreensão
em desatino
o paradigma da existência.
minha irrealidade
mais real.
Era montanha
para meus voos
para olhares intensos
que balbuciava a alma.
Era o incomum
mais normal
dos arrepios da carne
para preencher meu diário do dia.
Era o néctar
para minha flor mais exótica
suspensa em jardins
noturnos.
Era a inexistência
para meu saber
o vulcão no ipicentro
de meu ser.
Era o equívoco
para compreensão
em desatino
o paradigma da existência.
Fulgurante ser
Insípido
insinificante
insurgente
inexperiente.
Sente
em primeiro ato
a vida latente.
Tente
consequente
embargante
anestésico da mente.
Fuga
irritante
gritante
alma incandescente.
insinificante
insurgente
inexperiente.
Sente
em primeiro ato
a vida latente.
Tente
consequente
embargante
anestésico da mente.
Fuga
irritante
gritante
alma incandescente.
A descoberta dos saberes
Desenvolvendo
a descoberta
do descuído
da desinformação.
Danificando
a nossa mente
e a pluralidade
de nossa nação.
Sem leitura
literatura
crônica e conto
falta de conscientização.
Alfabetizar é preciso
ler muito mais
é trilhar caminhos novos
com um pouco mais de indignação.
a descoberta
do descuído
da desinformação.
Danificando
a nossa mente
e a pluralidade
de nossa nação.
Sem leitura
literatura
crônica e conto
falta de conscientização.
Alfabetizar é preciso
ler muito mais
é trilhar caminhos novos
com um pouco mais de indignação.
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