As fronteiras das raças.
das economias, das ideologias,
das desigualdades sociais.
As fronteiras dos sexos,
das religiões, das etnias,
do valor do arroz e do feijão.
As fronteiras das hipocrisias,
das demagogias, dos roubos,
dos furtos de todo ladrão.
As fronteiras das políticas,
dos partidos, das facções,
das quadrilhas, dos homens sem ética,
do trabalho escravo, da tirania,
que na falta de cidadania
vemos nossos diretios como cinza de carvão.
As fronteiras reduzem o homem,
algema a liberdade,
apaga os passos de cada cidadão.
As fronteiras nega os direitos
do ser em união.
Reascende o revanchismo
do preconceito dos costumes de cada nação.
domingo, 6 de junho de 2010
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