Debruço-me sobre torrentes
Incluso em tempestades
A vida me é recorrente
Não desgruda de minhas vontades.
Nessa peleja conivente
Entre ares e confrades
Soluço o novo dia enternamente
Em que a morte não me vem como piedade.
Não peço a escuridão entre os seres francamente
Mas me enche a lua de atitudes
Renovada as suplicas de minha mente
Que entre terra estrangeira vou seguindo entre minhas ambiguidades.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
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