Eu gosto de gente como Glauber Rocha, de uma família de evangélicos protestantes, empunhou essa qualidade como temática frequente nos seus trabalhos. Sua missão era mostrar o Brasil verdadeiro, sem máscaras e contra atacar o imperialismo cinematográfico dos EUA com seus filmes fantasiosos e cheios de porcaria criando um mundo fictício.
Glauber Rocha, baiano, morreu cedo, mas deixou sua marca estampada na história das artes, da política e das ciências humanas do nosso Brasil.
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