sexta-feira, 21 de junho de 2013
Há luta pela vida?
Diariamente.
Seja pela moradia, seja pela saúde, seja pelo alimento, seja pela liberdade...etc.
Jesus não sei dizer se citou essa palavra LUTA.
Mas é certo que Ele lutou, e por lutar, sofreu, foi humilhado, perseguido, chamado de louco, de falsário, de subversivo, até o momento que deu sua própria vida em prol de uma luta, a luta pelo Reino de Deus.
Foi um mártir, um exemplo, um guerreiro, um homem de verdade.
Aqui no Brasil não é diferente, hoje no nosso tempo.
Os índios lutam até hoje para manter-se vivos, para assegurarem suas terras, seu habitat, e lutam não só pela vida, mas pela natureza que prescinde toda a sobrevivência deles. São com uns outros poucos os guardiões da floresta.
Os negros arrancados de sua terra mãe, sem choro e nem vela, sem dó e nem piedade. Crianças separadas de seus pais, mulheres separadas de seus maridos e vice e versa. Tiraram tanto do índio quanto do negro todo e qualquer véu de humanidade. Mas lutam até hoje por seus direitos e por sua existência.
É típico do homem branco, será, mercantilizar os seus e os demais para tirarem proveito da situação diante de uma esperteza, ganância e brutalidade contra os mais puros de coração e os que vivem em harmonia com o cosmo?
Não, não estamos à venda.
Contudo nos empurram para um sistema de perversidade, em que se cruzam homem e capital, direitos e lucros.
Nem todos tem meios para à luta, não sabem criar mecanismos de proteção, de defesa. São doadores universais e nunca receptores.
Se fazes assim com um dos meus pequeninos é a mim também que vos me machucam.
Chega um momento que o mais pacífico, se rebela, suplica, clama, grita, berra e canta seus males.
O homem deve então, defender-se de si mesmo, ou melhor do seu próprio irmão, do seu semelhante que abandonou o paraíso e infernizam a vida dos que temem à Deus.
Por favor deixem-nos em paz, sejam justos e nos tratem com igualdade, pois somos semelhantes.
À luta iremos porque foi preciso unirmos forças para mostrarmos as nossas insatisfações e desalentos.
Ainda é tempo de vivermos o Amor fraterno conjugando-o com o próximo.
O grito de dor é o mesmo e hoje no mundo globalizado se houve mesmo distante.
Lutar é unir-se para pensar e se projetar para um amanhã com flores mesmo que tenhamos espinhos.
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